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História

Manuel de Sousa Lopes, um industrial de botões do Norte de Portugal desde os anos 20 do século passado, ganhou o gosto pela agricultura e pelos vinhos. Proprietário de duas quintas no Concelho de Vila Nova de Famalicão, a Quinta do Cruzeiro com oito hectares de vinha com as castas Loureiro, Arinto, Trajadura e Chardonnay e a Quinta da Senra que conta com sete hectares de vinha com as castas Loureiro, Arinto, Chardonnay e Vinhão, conseguiu passar esta paixão de geração em geração, apesar da sua verdadeira profissão nada ter a ver com a produção vitivinícola.

Assim sendo, em 1977, o seu filho Manuel Artur de Sousa Lopes adquire também em Famalicão, mais propriamente no Louro, a Casa da Torre.

Nesta propriedade com cinco hectares de vinha com as castas Loureiro, Alvarinho e Sauvignon Blanc é reconstruída a adega já existente sendo "baptizada" com o nome de "Adega Casa da Torre".

É aqui que são vinificadas as uvas destas três quintas pertencentes à família dando origem ao Vinho Verde Quinta do Cruzeiro – Loureiro, Arinto, Trajadura e ao Vinho Regional Minho Sousa Lopes – Loureiro, Chardonnay.

A imagem dos rótulos é a do Pinheiro Manso - Pinus Pinea. Esta árvore tem um significado muito especial para a família pois foi plantada em 31 de Março de 1932 pelo Avô para comemorar o nascimento da sua primeira filha.

Nos dias de hoje é Gonçalo Sousa Lopes, neto de Manuel Sousa Lopes e filho de Manuel Artur Sousa Lopes, quem gere as propriedades familiares.

 

Manuel de Sousa Lopes, um industrial de botões do Norte de Portugal desde os anos 20 do século passado, ganhou o gosto pela agricultura e pelos vinhos.